TEMPLATE ERROR Current Date: Tue Feb 12 15:47:48 BRST 2008 URL : Skin : Last Modify : Wed Dec 31 21:00:00 BRT 1969 File Name : Line : 272 Errors : Error: Block not closed: uol.tpl.StatementIFNotBoolean
pequena moloco
um cocô de caudinho
isso aqui acabou.
tchau...
parece que todos desapareceram e continuo conversando sozinha a noite, mãos para o alto, mãos para o ventre, mãos para a privada do inferno
.
antes dos cadáveres, minha homenagem: " ... "
[isso é porque não te esqueço, por você ficar dançando nos ossos mais brancos do meu rosto e me fazer rir no meio de tudo]
.
voltando ao futuro...
saiba que mesmo quando torno meus miolos semente de formigueiro, é dentro dos meus sonhos que você ainda arrepia minha pele. queria que não houvesse mais cabeça nem sonhos nem dormir... só assim as tentativas de afogamento recordariam de quão poucas coisas não podem ser curadas por um banho quente.
eu me envergonho pelo tanto de vezes que chorei na calçada comendo poeira dos campos próximos, com uma igreja a cada esquina... eu me envergonho e choro porque chorava de tristeza e agora me afogo em cápsulas anti-explosivas.
meu único arrependimento é saber que as proibições continuam naquelas paredes repintadas, que tiveram muito do meu vermelho-escorre, como você teve dos meus futuros adubos para o seu acabamento. como meu milésimo pedido inútil de desculpas, da próxima vez que falarmos da minha insolência, eu te responderei: "dentro do meu corpo havia um pássaro e eu vomitei as suas penas por entre meus dentes".
[eu releio e odeio tudo porque sempre parece estar cavando pra bem longe de tudo que era simples e certo. LEMBRAR PARA A SEMANA: comer minhas tentativas de ser compreensível misturadas com alguma coisa de sabor mais discreto]
oitocento e oitenta minutos exatos até que os pequenos sapatos pendurados na eletricidade clínica fechem meus sonhos para suas incursões nauseantes: então, antes que eu esqueça seu nome, meu pequeno amor, você deveria abortar minhas lembranças do seu sangue com esses chamados insistentes da sua sobrevida anônima... eu devorei sua alma no café e seu amor no lanche e, agora, o ritmo do seu coração no meu estômago parece mais lindo que todas as músicas que esperei que fossem compostas e expostas como mereciam esses olhos que devem ter morrido, só para marcar ironicamente, identicas oitocentas e oitenta vezes na minha carne, até que pudessem reencarnar ainda insones e completamente purificados nesse rosto de espelho que moldei através de pedidos oficiais aos anjos... eu já te advinhava mui antes de te pressentir porque te desenhava nos bancos e pontos de ônibus, nos metrôs de superfície e edifícios, só pra demonstrar quem seria minha suprema arte do vandalismo [ainda apavoro idosos e gestantes com meus dedos passantes e despreocupados em muros, formando paisagens intensas inteiras com o vermelho antigo que restou do que seríamos juntas]. há de levar-me contigo quando desembaraçar totalmente o medo do meu rosto branco do evacuamento da sua casa com móveis, dispensa e moradores na minha cama, enquanto berrarei pela inexistência de todas as minúcias intermoleculares, enquanto o chão vermelho rachar sob as crateras da minha impunidade, aos berros pelos teus berros que nunca estarão além da silêncio, nada além de filetes que imploravam um chamado qualquer da vizinhança bem intencionada que não existe ainda mais além dos muros que pixei nos sonhos com seu nome, com os mil sonhos em seu nome, com mil esquecimentos de sonhos e nomes, com mil filetes e o com teu nome único numa única ruela enfeitada de rosas murchas e esperançazinhas tímidas... mas, há!... ouvimos hoje cantadas indignas do teu sentimento e, com a desculpa de provas de fim completo desses maus modos que por estas bandas imperam, há de levar-me contigo! há, minha pequena, minha amada, meu amor, há de tornar a bater teu coração no meu corpo inteiro, fazendo melodias que rodopiam com os gatos vagabundos pelas ruas esvaziadas pela passagem do meu corpo oco de ti. há de levar-me junto com você para os lugares lindos que nos esperam, há de levar-me para flutuar no espaço contigo, há de amar-me como te amo, além dos sonhos, além do esquecimento, além da vida

You give your hand to me
Then you say hello
I can hardly speak
My heart is beating so
And anyone can tell
You think you know me well
But you don´t know me
No, you don´t know the one
Who dreams of you at night
And longs to kiss your lips
And longs to hold you tight
Oh I´m just a friend
That´s all I´ve ever been
´Cause you don´t know me
I never knew
The art of making love
Though my heart aches
With love for you
Afraid and shy
I´ve let my chance to go by
The chance that you might
Love me, too
You give your hand to me
And then you say good-bye
I watch you walk away
Beside the lucky guy
You´ll never never know
The one who loves you so
Well, you don´t know me
You give your hand to me, baby
Then you say good-bye
I watch you walk away
Beside the lucky guy
No, no, you´ll never ever know
The one who loves you so
Well, you don´t know me...


e nem mesmo quando eu invadir a porta dos fundos da sua incoerência, você vai admitir que meus sanduíches eram mais saudáveis que os seus. se hipocrisia fosse diabetes, eu não teria fígado transformei meus pêlos na versão chamuscada e amarela do que você foi durante minha noite inteira. querida e eterna amada, você escancarou meus poros com as unhas terráqueas embebidas em violeta, para que brotem flores como as que punha em meus cabelos, nas danças de carnaval. tinhamos um telefone vermelho, batons vermelhos, loção fedida de rosas e olhos de conformada gratidão. estavamos numa casa de madeira e quarenta andares... um de sonho, outro de esperanças e mais um tando de degraus até o amor que eu refletia de você, que eu injetava na veia de você, porque eu te invertia, eu te transmutava até meu último resquício de sossego síncopes nervosas de pequenos desesperos adiposos... duplo reverso de um desespero desencontrado com o vazio mórfico da minha carne dolorosa... as palavras eólicas tem um peso de pétalas num vaso disforme, enquanto eu ansiava ter sido parte de todos os anjos e santos de deus, daqueles para os quais os fios seriam destinados em adoração remota e não seria necessário percorrer satélites em busca de companhia. o quê?! no momento em que mais preciso desligar a minha cabeça eu sei que as minhas unhas não alcançarão os ossos que nem mais pressinto sob as lágrimas que não derramo: é com um meio termo entre a balsa e o carcomido dos peixes, mas mesmo assim respiras... qual a uilidade real?.. deus, quão mais tempo passa, menos as coisas valem a pena; vendo minha idade galopando de modo inversamente proporcional à minha felicidade, resta-me o fino zumbido de um solitário resto da lavagem que chamei de "mental" um dia, soando como uma bomba relógio que berra na madrugada para me acordar, faminta de mim... não há uma canção doce o suficiente para exprimir minha fúria e desespero?! nem o som lindo lindo do meu corpo "mais pesado que o céu" caindo contra a grama verde-tão-logo-rubro do quintal vizinho, através das janelas deliciosamente envidraçadas e erméticamente fechadas, nem isso seria o bastante?! regogizo-me, então, no pesar? consolos para almas pequenas são caixas para guardar os pedaços da própria rouquidão. sinto um nojo irreparável de mim, desejo de gritar, incapacidade de chorar, desespero, desespero, conte, d-e-s-e-s-p-e-r-o com nove letras inúteis como pedras que não esmagam meus miolos de cocô de passarinho, cheio de tudo aquilo que, deus! eu não posso ver, por baixo de toda essa pele. o que ocorreu-me até aqui?! já não posso ficar tranquila e apenas choro, para desviar minha cabeça de mim. eu teria dado um pedaço do meu reino para ouvir o assobio que só sairia de seus lábios para os tímpanos meus, como um chamado canino de fieldade especial... mas ainda apavora-me os campos imensos e abertos do além-muralhas, montanhas penteadas pelo céu riscado de nuvens, pontuadas de olhos acusadores que, zombeteiros, espelham minha oração: nojenta! nojenta perjura, cadela de satã! há de beber ácido cítrico das frutas do éden original, além dos subsequentes e recentes enganos a que se entregas - você é a semente dos destemperos dos ventos e o fracasso do humano nos seus anseios mais básicos! eu jogo insanamente e você oferece-me um copo de leite com calma e açúcar - arrepios! nem mesmo isso fora-me poupado, vindo das batatas das pernas que batem sem poder correr até meus ombros cobertos pelos mantos de mosquitos que me fazem rainha... tenho o sangue drenado como no martírio?! eu preciso ligar, preciso comunicar-me com tods aqueles que amo, pois estou à morte e necessito que todos prestigitem meu momento final e cá estejam para me consolar, pois choro baixo e tenho medo, medo como no dilúvio, medo de afogar-me em minha prole de correntezas, nuvens abaixo, em sinal do Eterno... talvez, se eu não aguentasse o fim das águas que não são de lágrimas minhas correrem pelo seu corpo, talvez. talvez eu pudesse descansar sem te ter nos meus sonhos tão maus, talvez, tendo meus olhos inchados como travesseiro... talvez... "-- para que queres ver-me hoje, se choro?! porque esse é o fim linguístico dos meus pensamentos invertidos pela sua zona de sucção... mas, ironicamente, para minha prisão de violetas, memórias nunca morrem...
- de fellini em 12:16
[
]
você sabe que eu devia estar morto
- de moloco em 07:25
[
]
faz-me chover de fora para dentro
e você disse que me amava. e eu acreditei...
[todos os trocadilhos com venenos de salvação estomacal intencionados]
- de moloco em 08:31
[
]
eu não sou vertical
eu não reli o meu último texto do meu último ano e não lembro de ambos. mas pressuponho que eu tenha colocado tanta força no mesmo que nem mesmo seria capaz de limpar-me pós ato nojento. chegou ao ponto do dramático risível e acabou com o que era meu doce.
- de moloco em 16:28
[
]
-- para saber amar-te melhor."
eu sou mesmo a pessoa que anestesiou o gramado pelas feridas que brotaram, saltimbancas?! eu sou o baixo em sua última corda, conquanto ainda torsão de suavidade; o que há de natimorto nesse mesmo ato de silêncio diligente na sua última vontade, é o grito de cálice! por que, se nem mesmo as cicatrizes brancas que aspiras combinam odiosamente nas mãos progenitoras da minha decadência, o que exatamente eu espero?! fica-me apenas o gosto amargo da carne mal passada de meus olhos ardentes...
- de moloco em 20:12
[
]
só pra não perder
- de moloco em 10:44
[
]